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Criatividade – Tudo o que você precisa saber para ser mais criativo

A grande verdade é que qualquer pessoa pode ser criativa. Para libertar a criatividade é preciso ter apenas os estímulos corretos.

Hoje se fala muito em criatividade, ser mais criativo ou usar a criatividade como fator de diferenciação no mercado.

Atualmente é comum acreditar que a criatividade é mais um dom natural do que algo que se possa exercitar todos os dias. Porém esse talento só tem valor se for desenvolvido com o tempo.

Ao contrário do que muita gente pensa, criar não é um processo caótico. É muito racional.

Você não pode ter medo de errar, ou só colocar na mesa de discussão as ideias que “fazem sentido”. As crianças são todas criativas porque elas não aprenderam a ter medo da crítica que os outros fazem e não se importam com o fracasso.

 

O que ser criativo?

Ser criativo é pensar fora da caixa, ou seja, pensar de forma diferente. É ser original, não seguindo as normas pré-estabelecidas e não replicar o que já foi feito milhares de vezes. A criatividade é um elemento essencial no contexto do trabalho.

Quando alguém afirma querer descobrir como aumentar a criatividade, está, na verdade, procurando por:

  • Encontrar uma solução para um problema.
  • Descobrir maneiras diferentes de fazer a mesma coisa.
  • Inventar um novo uso para algo já existente.
  • Produzir mais usando menos recursos financeiros, de energia ou tempo.

Por que todos esse benefícios trazidos pela criatividade são tão desejados?

Porque é através da criação que evoluímos.

 

Criatividade é um talento?

O homem nasce criativo, mas a sociedade o obriga a deixar de ser. A criatividade questiona o que foi estabelecido como “normal”. É uma espécie de caos, sem uma direção definida, que faz soar todos os alarmes e levanta muitos questionamentos sobre as nossas “certezas”.

Criatividade não é talento nem habilidade, e pode ser aprendida e desenvolvida ao longo da vida.

Não existe nenhum consenso entre os vários estudos científicos que apontem que a criatividade é definida por nosso código genético.

O pesquisador Szabolcs Keri, do Instituto de Pesquisa de Budapeste, afirma que a criatividade é fruto da comunicação entre as diversas áreas do cérebro.

Pessoas reconhecidamente criativas fazem essa comunicação de forma mais ampla. Isso poderia ser explicado por características genéticas, que reduziriam as inibições de emoções e memórias, permitindo que essas informações chegassem de forma mais fácil à nossa mente consciente.

Apesar do fator genético, de acordo com pesquisas recentes, ter seu papel na facilidade de algumas pessoas para evitar o bloqueio criativo, o ambiente em que você cresce, seja em sua família ou na escola interfere muito mais na sua habilidade de criar.

É só lembrar de quando você era quando criança.

Sua imaginação não era tão limitada pelo medo do julgamento e da rejeição. Uma vassoura podia virar uma moto, por exemplo. Um objeto fazendo o papel de outro pelo simples fato da lógica não interferir no processo criativo.

Ou seja, sem o pensamento lógico, sem bloqueio criativo.

 

O mito da criatividade e o lado direito do cérebro

O mito da criatividade e o lado direito do cérebro
O mito da criatividade e o lado direito do cérebro

O lado esquerdo do nosso cérebro lida com a parte lógica racional da nossa mente, ou seja, números, palavras, pensamento racional, listas e análises.

Em contrapartida, o hemisfério direito é reconhecidamente associado à imaginação,
divagações, produções visuais e emoções.

A criatividade, por ser um processo não linear, emocional e geralmente desorganizado seria uma produção do lado direito do seu cérebro.

Algo que não é bem correspondente à realidade.

O que realmente acontece durante o processo criativo é o uso de ambos os lados, misturando a lógica dos números e das palavras com a habilidade de imaginar e sonhar acordado, gerando o que chamamos de criação.

Portanto, para aumentar a criatividade você precisa aprender a dosar o uso do seu lado emocional, de deixar os pensamentos livres e usar as emoções para criar.

Mas ao mesmo tempo precisa recorrer à lógica para organizar e filtrar as ideias para colocá-las em prática.

A criatividade e a inovação precisam andar lado a lado para gerar valor.

 

Usando a imaginação para aumentar a criatividade

Apesar da imaginação rolar solta durante nossa vida, não significa que todo e qualquer pensamento será produtivo ou criativo.

Se eu descrever para você a cena mais absurda possível, como um cavalo azul andando sozinho no meio de uma avenida lotada de carros parados, dirigidos por pessoas com pés no lugar das mãos , você irá imaginar cada um desses detalhes sem grandes dificuldades.

Mas se conseguimos imaginar uma cena tão fora da realidade como essa, porque sentimos tanta dificuldade na hora de criar?

Especialmente quando temos uma obrigação, como no trabalho ou quando precisamos aumentar a criatividade para resolver um problema específico?

O empresário, palestrante e estudioso da criatividade, Gregg Fraley, criou o que ele chama de Janela de Johari da Imaginação para explicar como nos relacionamos com a nossa capacidade de imaginação e por consequência com a criatividade.

Ele afirma que há duas maneiras de olhar para a imaginação: com atenção ou com intenção.

Assumindo que todas as pessoas tenham algum grau de imaginação, criou 4 perfis baseados tanto no uso quanto na percepção da própria imaginação. São eles:

 

Zumbis

Não fazem ideia da existência da sua própria imaginação e por isso mesmo não fazem uso dela. O uso da imaginação pode ser incentivado por outras pessoas e atividades que ajudam a focar, como a meditação, é ótima para melhorar a percepção e consciência.

 

Sonhadores

São pessoas que gostam de viver dentro da própria cabeça, perdidas em pensamentos. Costumam gerar várias ideias, mas raramente as colocam em prática para resolver problemas. Ou ainda, não usam seu potencial imaginativo para pensar na solução de um problema específico. A solução para os sonhadores está em fazer justamente o contrário do que normalmente fazem, ou seja, usar seu potencial de imaginação com foco para resolver um problema específico.

 

Gerenciadores

São pessoas que gostam de resolver problemas. Porém, são tão voltados para a ação que esquecem de acionar seus pensamentos mais escondidos no subconsciente para achar soluções mais criativas. Os gerenciadores precisam desenvolver a consciência e a percepção, assim com os zumbis.

 

Líderes

Fraley não se refere apenas a pessoas que gerenciam uma equipe, mas sim daqueles que conseguem reunir a percepção de pensamentos mais profundos com a força da ação. De acordo com ele, esse seria o grupo mais criativo.

Cada um desses grupos se relaciona com a sua criatividade de maneira única e cada um deles enfrenta dificuldades próprias que necessitam de soluções únicas para saber como aumentar a criatividade.

E você? Em qual desses grupos se encaixa?

 

A rotina das pessoas criativas

Já assistiu algum documentário sobre como sobreviver caso você fique perdido na selva ou deserto? Se sim, então provavelmente já deve ter ouvido que para permanecer vivo é preciso ter criatividade.

Isso acontece porque a criatividade é exercitada quando saímos da nossa zona de conforto. Ao realizar uma tarefa diversas vezes ela acaba se tornando automática e você não precisa mais pensar para realizá-la.

Tente sair da sua rotina, se inscreva em alguma aula nova, pinte, leia outros livros, até mesmo pratique um esporte. Cada situação diferente em que você se coloca sua criatividade é instigada a pensar na melhor maneira para resolver o novo cenário.

 

Como o ambiente favorece a criatividade

Ambiente criativo
Ambiente criativo

Estar em um ambiente onde você pode se expressar totalmente sem preocupar-se com criticas é de extrema importância para que o seu lado criativo se solte.

Algumas empresas como a Google costumam criar espaços para que seus funcionários possam se divertir com atividades diferentes da rotina de trabalho. Essas empresas criam esse ambiente despreocupado para que o funcionário relaxe, pois é nesses momentos que o criativo começa a funcionar.

 

5 dicas para aumentar sua criatividade

As pessoas partem da premissa errada de que criatividade é sempre criar coisas 100% novas.

Existe uma certa pressão, e parece que ficamos no compromisso de criar algo novo. Só que, na verdade, criatividade muitas vezes é combinar coisas já existentes.

Seguindo esta linha de pensamento, vamos ver 5 dicas para aumentar a sua criatividade:

Comece a criar um caderno criativo

O seu caderno criativo será como o diário de ideias. Cada pensamento que você tiver, por mais doido que ele possa parecer no momento, escreva nesse caderno. Às vezes algo que agora você acha absurdo lá na frente pode tornar-se uma ideia espetacular.

Tenha brinquedos na sua mesa de trabalho

Muitas empresas criativas que trabalham com design encorajem seus funcionários a terem brinquedos e bonecos nas suas meses, desde origamis de papel até um conjunto de lego completo.

Eles adotam essa prática porque ao olhar os brinquedos e pegá-los durante o trabalho desencadeia a criatividade, é como se basicamente você “acessasse” a sua criança interior.

Observe outros ambientes e realidades

Ter em mente a existência de outros “universos”, isto é, outros setores, departamentos, grupos e projetos, amplia a capacidade de análise da realidade.

O hábito de pesquisar sobre novos campos de “experimentação” da vida e do trabalho (por exemplo, procurar saber o que empresas de outros segmentos estão desenvolvendo frente à responsabilidade social) pode abrir uma nova perspectiva de reflexão sobre o assunto em pauta para você e, dessa forma, trazer contribuições para o seu trabalho.

No trabalho em equipe, procure sempre ouvir experiências de novas pessoas. Pessoas que trabalham juntas por muito tempo acabam tendo pensamentos muito semelhantes e que incluem as mesmas falhas e barreiras.

Invista também em relacionamentos com pessoas de áreas diferentes, leia e assista conteúdos que tenham pouca relação com seu trabalho. Ao ter contado com aspectos diferentes dos seus assuntos cotidianos, você vai estimular a sua mente a desbravar um mundo sem fronteiras, para além do que seus olhos alcançam.

O valor do absurdo

Uma ideia criativa e inovadora pode ser inicialmente, considerada um absurdo. É importante lembrar que a novidade muitas vezes gera uma reação de rejeição inicial pelo simples fato de ser ainda um elemento desconhecido.

Segundo a especialista em criatividade Gisela Kassoy, em entrevista à revista Exame, é necessário deixar o inverossímil tomar conta da mente até que ela se torne uma proposta mais viável à sua realidade. Basicamente, o extraordinário surge do questionamento a respeito da sua viabilidade, ou seja, quando tem lugar a pergunta: “Por que não?”. É interessante permitir que o impensável possa ser pensado.

Relaxe

Muita gente gosta de tirar aquela soneca depois do almoço.

Se você é uma dessas pessoas, pode comemorar.

Mas quando falo de relaxar, não me refiro só a tirar um cochilo durante o dia, mas também a alternar atividades.

Principalmente quando nos encontramos de frente com um problema complexo, temos a tendência a concentrar 100% na busca pela solução.

Alternar entre momentos de foco com relaxamento é essencial. Seu cérebro precisa de um momento para registrar toda a informação que está recebendo e ele não vai fazer isso em um momento de tensão.

Uma parada para um café ou uma caminhada rápida podem sim fazer surgir aquelas ideias que insiste em não aparecer no momento de maior necessidade.

Mas nada se compara ao poder do sono e dos sonhos. Você pode perceber, enquanto sonhamos montamos histórias absolutamente desconexas, fora de uma linha temporal e com elementos que não existem em nossa realidade.

E é justamente disso que sua criatividade precisa: sonhar com a solução criativa do seu problema.

Para isso, você precisa pensar a respeito da questão que precisa de uma ideia criativa antes de dormir.

Para funcionar, você precisa tentar acordar depois de ciclos de 90 minutos, então você pode acordar depois de 6 horas, 7 horas e meia, etc. As chances de você acordar no meio de um sonho e encontrar uma resposta não convencional são grandes.

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Modelo CREATES para aumentar a criatividade

O pensamento criativo acontece de forma muito mais rápida se for estimulado e se for intencional.

Apesar de ter afirmado que nenhuma ideia aparece na sua mente por acidente ou por pura inspiração, isso não significa que o momento do surgimento dessas ideias não possa acontecer sem intenção.

E isso sim você pode e deve controlar se quiser aumentar sua criatividade.

A neurocientista Dra. Shelley Carson, descreveu em seu livro, “O cérebro criativo”, os 7 padrões cerebrais relacionados à criatividade, que ela nomeou como CREATES.

Cada um de nós tende a ficar na zona de conforto e utilizar um desses 7 padrões na hora de usar a criatividade.

O desafio está em sair de um padrão conhecido e experimentar os outros para aumentar a criatividade.

A sigla CREATES é a junção das letras iniciais de cada um dos padrões de criatividade. São eles:

  • Conectar (Connect)
  • Razão (Reason)
  • Visualizar (Envision)
  • Absorver (Absorb)
  • Transformar (Transform)
  • Avaliar (Evaluate)
  • Corrente (Stream)

Conectar

O primeiro padrão é o de Conexão, um estado específico de concentração e foco que permite você fazer ligações entre conceitos ou objetos não relacionados, gerar várias soluções para o mesmo problema. Além de gerar um estado de permanente inspiração e motivação pessoal para continuar criando.

O YouTube, por exemplo, surgiu da conexão entre a lentidão do sistema de email e a demora para baixar arquivos. Para vencer essa barreira, Chad Hurley e Steve Chen criaram uma plataforma onde você não teria que fazer download para poder assistir a vídeos mais rapidamente.

Basicamente eles fizeram a conexão entre dois conceitos não relacionados para criar um terceiro.

Razão

O segundo é o da Razão. Sabe aquele momento que você diz que está “pensando a respeito” de algo? Esse é o momento, onde você está buscando em sua memória, de forma plenamente consciente, a resposta para uma dúvida ou problema.

Quem usa a razão, utiliza o raciocínio lógico para aumentar a criatividade.

Visualizar

A Visualização equivale à imaginação. Aqui você não faz uso de palavras, mas apenas de recursos visuais, para ver as semelhanças em conceitos completamente não relacionados.

Dar uma representação visual para um conceito abstrato, como um sentimento por exemplo, equivale ao exercício da visualização e estimula a criatividade.

Absorver

Quem entra no modo de Absorção, percebe que a mente fica clara, alerta e aberta a novas possibilidades.

Sem julgamentos, sem preconceitos e sem uma visão crítica. Você apenas observa e registra. Nesse momento que podem surgir as ideias mais inovadoras.

Por exemplo, no século passado pareceria extremamente absurdo pensar em um veículo que pudesse andar sem ter cavalos na frente para colocá-lo em movimento.

Essa ideia precisou surgir sem senso crítico para que pudesse virar realidade.

Transformar

O modo de Transformação possibilita modificar um sentimento negativo, como raiva ou tristeza em algo positivo, expressando, de alguma forma aquela sensação.

Nem sempre sua angústia precisa virar uma produção criativa, mas tirá-la da sua cabeça já tem uma função transformadora de estado de consciência.

Em um primeiro momento as ideias precisam surgir sem julgamentos ou visão crítica e racional.

Avaliar

Porém, nem toda ideia pode ou deve ser aproveitada. E para isso que o modo de Avaliação serve. Para fazer um filtro e validar o que pode ser aproveitado e eliminar aquilo que não gera valor.

Corrente

O sétimo padrão é da Corrente. Você entra em uma espécie de estado de flow, onde todas as suas ideias surgem sem grandes dificuldades e em uma sequência não-caótica.

Não existe certo ou errado, mas criatividade e zona de conforto são conceitos que não combinam.

Se você ficou curioso(a) sobre como ativar mais modos de criatividade, leia o livro “O cérebro criativo” da Shelly Carlson. Nele ela ensina técnicas e exercícios baseadas no método CREATES.

 

7 dicas para usar a criatividade na resolução de problemas

Muitas vezes, as pessoas não estão resolvendo o problema de maneira criativa, pois estão resolvendo o problema errado.

Eu chamo isso de pensamento lateral. É dar um passo ao lado e questionar: “Será que eu estou resolvendo o problema certo?”.

Há alguns anos, nos maiores prédios americanos, a turma reclamava que o elevador era lento para o RH. Qual era a solução óbvia para o problema “elevador lento”? Elevador mais rápido, certo?

Só que esse problema já estava tendenciando a solução.

Sabe qual foi a solução nesse caso? Eles colocaram espelhos nos elevadores. Ao colocar o espelho, as pessoas começaram a ficar se arrumando, verificando o cabelo, e aquele um minuto que eles reclamavam que era lento, virou um tempo produtivo.

O problema não era o elevador ser lento, era lidar com a ansiedade de esperar um minuto no elevador.

Então, muitas vezes, temos que mudar o problema para enxergar a solução. Você não vai encontrar o tesouro cavando no buraco errado.

O psicólogo Jeremy Dean, pesquisador da University College London, reuniu em seu blog 7 dicas – baseadas em pesquisas – para ter mais criatividade. E, com ela, resolver problemas mais facilmente. Acompanhe:

1. Pense no que poderia ter sido

Imaginar como as coisas estariam caso algo diferente tivesse acontecido – ou deixado de acontecer – ajuda a estimular a criatividade. Brincar com as possibilidades do famoso “e se…”, de acordo com um estudo da Ohio University e da University of California, dobra sua capacidade de pensar criativamente.

2. Agarre mais de um problema de uma vez

Pode parecer estranho, mas lidar com dois problemas torna sua criatividade mais efetiva do que com um só por vez. Isso acontece porque as pessoas resolvem problemas de forma analógica – elas se lembram de algo parecido e utilizam a mesma fórmula.

Mas é difícil se lembrar de fórmulas bem-sucedidas usadas há muito tempo, e debater-se com duas situações que exigem solução conjuntamente parece estimular essa analogia.

3. Escreva e substitua

Descreva o seu problema em palavras. Agora, reveja o texto e troque os verbos que você usou por outros mais genéricos. Parece simples, e é. Mas, segundo um estudo da Eastern Kentucky University, esse singelo expediente melhorou em até 100% a performance na solução de um problema.

Tratar o problema em termos genéricos ajuda a mente a pesquisar uma solução analógica – ou seja, uma solução bem sucedida aplicada em uma ocasião anterior.

4. Use sinônimos e novas representações

Além da mudança nos verbos, representar o problema de formas diferentes pode ajudar.

Analise o tipo de problema que você tem em mãos e descubra que tipo de estrutura ele apresenta.

Esquemas, rabiscos e desenhos podem ajudar a tornar mais clara a natureza do problema – e, consequentemente, aclarar a solução.

5. Discuta, combata, brigue

Evitar o confronto não melhora a criatividade. Pelo contrário: quando as pessoas se envolvem em discussões, tendem a abrir um pouco mais sua visão.

Quatro estudos da Universidade de Amsterdam, na Holanda, determinaram que a criatividade na solução de problemas pode ser fomentada pelos conflitos sociais, já que eles motivam a pessoa a agir focada em um objetivo.

6. Pare de sonhar acordado

“Incubar” ideias sem colocá-las em prática parece vantajoso, já que você imagina toda a solução e não gasta esforço algum.

Parece natural que uma boa ideia surja neste momento de devaneios, mas ela provavelmente não será sequer percebida por você. É o que diz um estudo da University of Toronto.

7. Mude-se para outro país

A última sugestão é radical: mudar-se para um país estrangeiro e aprender a língua. Cinco estudos promovidos pela INSEAD, escola de administração na França, provam o vínculo entre a experiência de viver em outro país ao aumento da criatividade.

 

Design Thinking

Design Thinking é uma forma de pensar que ajuda a resolver diversos problemas de todos os tipos. É um conceito que surgiu dentro do design, mas que pode ser usado para qualquer área.

O conceito de Design Thinking veio para revolucionar a maneira de encontrar soluções inovadoras para os problemas, soluções criativas focadas nas necessidades reais do mercado e não em pressuposições estatísticas.

Leia aqui o artigo completo sobre design thinking. =)

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